terça-feira, 18 de agosto de 2009

Referencias Bibliograficas

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BUZZI, Arcângelo. Introdução ao Pensar. Petrópolis; ed. Vozes, 1997.

CHAUÍ, Marilena. Convite á Filosofia. São Paulo,10ª. Ed.,Ática,1998.

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GAARDEr, Jostein. O Mundo de Sofia. São Paulo; Cia. Das Letras, 1995.

GILES, Thomas Ransom. Introdução á Filosofia. São Paulo; Epu,1979.

LICKESI, C. Carlos. Intodução á Filosofia - Apredendo a Pensar.2ª. Ed. São Paulo; Cortez,1996.

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MORENTE, Manuel Garcia. Fundamentos de Filosofia - Lições Preliminares. São Paulo; Mestre Jou,1980.

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REZENDE, Antônio (organizador). Curso de Filosofia para Professores e Alunos de Cursos de Segundo Grau e de Graduação. 8º. Ed. Rio de Janeiro; Jorger Zahar,Edit. SEAF, 1998.

ROSSI, Robert. Introdução á Filosofia: Historia e Sistemas. São Paulo; Edições Loyola, 1996.

TELES,Antônio Xavier. Introdução ao Estudo de Filosofia.São Paulo; Ática, 1998.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Filosofia Contemporânea:

Durante o século XX várias correntes de pensamentos agiram ao mesmo tempo. As releituras do marxismo e novas propostas surgem a partir de Antonio Gramsci, Henri Lefebvre, Michel Foucault, Louis Althusser e Gyorgy Lukács. A antropologia ganha importância e influencia o pensamento do período, graças aos estudos de Claude Lévi-Strauss. A fenomenologia, descrição das coisas percebidas pela consciência humana, tem seu maior representante em Edmund Husserl. A existência humana ganha importância nas reflexões de Jean-Paul Sartre, o criador do existencialismo.

Friedrich Engels: Nasceu na Alemanha em 28 de novembro de 1820, filho de um próspero industrial têxtil. Aos 16 anos começa trabalhar em um dos escritórios de seu pai, e é nessa época que começa a escrever em jornais e a conhecer grupos políticos de jovens preocupados com as questões sociais. Junto com Karl Marx, Engels realizou uma obra marcante na filosofia e na política, cuja característica principal foi à elaboração das teorias do materialismo histórico. Ele soube analisar a sociedade de forma muito eficiente, como poucos antes dele. Em sua juventude, ficou impressionado com a miséria dos trabalhadores das fabricas de sua família, uma delas em Manchester, Inglaterra. Engels junto com Karl Marx fundou o chamado socialismo cientifico ou marxismo. Ele foi co-autor de diversas obras com Marx, sendo que a mais conhecida é o Manifesto Comunista.

O Manifesto Comunista é historicamente um dos tratados políticos de maior influência mundial. O Manifesto sugere um curso de ação para uma revolução socialista através da tomada do poder pelos proletários e faz uma dura crítica ao modo de produção capitalista e na forma como a sociedade se estruturou através desse modo. A exclusividade entre os proletários consciente, portanto comunistas, segundo Marx e Engels são de que visam à abolição da propriedade privada e lutar embasados num conhecimento histórico da organização social, são, portanto revolucionários. Além disso, destaca que o comunismo não priva o poder de apropriação dos produtos sociais; apenas elimina o poder de subjugar o trabalho alheio por meio dessa apropriação. Com o desenvolvimento do socialismo, a divisão em classes sociais desapareceria e o poder público perderia seu caráter opressor, enfim seria instaurada uma sociedade Comunista.

Engels morreu em 5 de agosto de 1895 em Londres na Inglaterra.

Marx: Economista, filósofo e socialista alemão, Karl Marx nasceu em Trier em 5 de Maio de 1818 e morreu em Londres a 14 de Março de 1883. Em 1844, conheceu em Paris Friedrich Engels, começo de uma amizade íntima durante a vida toda. Ao mesmo tempo em que na França estourou a revolução, em 24 de fevereiro de 1848, Marx e Engels publicaram o folheto O Manifesto Comunista, primeiro esboço da teoria revolucionária que, mais tarde, seria chamada marxista. Uma de suas teorias foi de como acabar com o capitalismo através de uma luta do proletariado contra os burgueses, a vitória deveria ser para o proletariado que chegaria ao poder e acabaria com as propriedades privadas dos meios de produção substituindo pela posse coletiva desses meios. Em 1864, Marx foi co-fundador da Associação Internacional dos Operários, depois chamada I Internacional, desempenhando dominante papel de direção. Em 1867 publicou o primeiro volume da sua obra principal, O Capital. Adotando a dialética hegeliana, Marx, rejeita como Feuerbach, o idealismo, mas, ao contrário, não procura preservar os valores do cristianismo. A dialética marxista postula que as leis do pensamento correspondem às leis da realidade. "O que Marx mais critica é a questão de como compreender o que é o homem. Não é o ter consciência (ser racional), nem tampouco ser um animal político, que confere ao homem sua singularidade, mas ser capaz de produzir suas condições de existência, tanto material quanto ideal, que diferencia o homem."

Auguste Comte: Nasceu em 19 de janeiro de 1798 em Montpellier na França. Seus pais eram católicos e monarquistas fervorosos. Foi discípulo de Saint-Simon, com quem se dedicou à compreensão da sociedade. Comte, foi um marco à sua época por ter fundado o POSITIVISMO, ele acreditava que era posível planejar o desenvolvimento da sociedade e do indivíduo com critérios das ciências exatas e biológicas. Segundo Comte, todo universo procede da matéria por via de evolução. Quando esta atingiu o humano teve início a história, a qual se divide em três fases: religiosa, filosófica e científica. Um dos aspectos mais originais do pensamento de Comte diz respeito a função da filosofia. Esta é a forma mais alta do saber, a ciência suprema, mas não porque tenha um objeto das outras ciências. A humanidade para ele, era vista como o único Deus que merecia o culto. O filósofo, que dedicou os anos seguintes a escrever Sistema de Política Positiva, morreu de cancêr em 1857, em Paris.

Jean Paul Sartre: Nasceu em 21 de junho de 1905 em Paris, filho de Anne Marie Schweite e órfão de pai. Estudou filosofia na “École Normal Supérieure” fez Jornalismo e teatro, se alistou no serviço militar, recrutado para a 2ª guerra mundial, foi capturado pelo exercito alemão em 1940 e libertado tempo depois por motivos de saúde.

Filósofo existencialista “Sartre” analisava o ser como intuito de compreender o sentido real da natureza humana. Chama o Ser de ser- em si e a consciência de ser- para- si, em que ambos estão em constante conflito, sendo quem para um existir é necessário quem o outro seja aniquilado. Analisa o sentimento de repugnância causado pelo caráter dispensável e abundante da realidade em uma de suas principais obras “A Náusea”. Sartre considera a liberdade como essência do homem, em que a personalidade é constituída pela liberdade. Em “A crítica e a razão dialética” analisa a tese, antítese e síntese que ele trata como Dialética constituinte a liberdade total, a Anti-dialética a liberdade condicionada e por fim a Dialética constituída a união dos anteriores em que a liberdade se revela com prisão. Para ele Deus não é real, sendo que é desejo do homem de ser um deus.

Principais obras: A imaginação; O ser e o nada; Ensaio de uma fenomenológica; A crítica da razão dialética. Obras teatrais: As moscas; O diabo e o bom Deus. Romances:

A Náusea.

John Dewey: Nasceu em 20 de outubro de 1859 em Burlington, estado norte-ame

ricano

de Vermont. Na escola, teve uma educação desinteressante e desestimulante, o que foi compensado pela formação que recebeu em casa. É reconhecido como um dos fundadores da escola filosófica de Pragmatismo, pioneiro em psicologia funcional e tornou-se um dos maiores pedagogos americanos, contribuindo intensamente para divulgação dos princípios do que se chamou de Escola Nova. Ele defendia a democracia e a liberdade de pensamento como instrumentos para a maturação emocional e intelectual das crianças. Para Dewey, o conhecimento é uma atividade dirigida que não tem um fim em si mesmo, mas está dirigido para a experiência. As idéias são hipóteses de ação e são verdadeiras quando funcionam como orientadoras dessa ação. Chega-se a uma conclusão de que a escola não pode ser uma preparação para a vida, mas sim, a própria vida. Para ele, vida-experiência e aprendizagem estão unidas, de tal forma que a função da escola encontra-se em possibilitar uma reconstrução permanente feita pela criança da experiência. Suas idéias de Educação Progressiva foram duramente perseguidas no período da Guerra Fria, quando a preocupação dominante era criar e manter uma elite intelectual científica e tecnológica, para fins militares. No período Pós-guerra-fria, entretanto, os preceitos da Educação Progressiva têm ressurgido na reforma de muitas escolas, e o sistema teórico de educação tem suas pesquisas evoluído. A pedagogia de Dewey apresenta muitos aspectos inovadores, distinguindo-se especialmente pela oposição à escola tradicional. Ao falecer em 1952, aos 93 anos, Dewey deixou extensa obra.

Hegel, Shopenhauer,Kierkegaard, Nietzsche


HEGEL

Jorge Guilherme Frederico Hegel nasceu em Estugarda no dia 27 de agosto de 1770, estudou com afinco assuntos relacionados à religião e filosofia. Filho de família rica dedicou sua vida quase que totalmente aos estudos, lecionou em algumas universidades em Jena, Heidelberg e Berlim, morreu em 1831, vitima de cólera. Seus escritos obtiveram sucesso após sua morte, pois eram considerados de difícil compreensão, houve uma maior divulgação por parte de seus discípulos.

A femonologia do Espírito: foi a primeira obra filosófica importante de Hegel, e tem como objetivo conduzir o individuo do estado de ignorância ao de saber, isto é, à compreensão científica e completa do espírito, não por meio do estudo de um complexo mais ou menos vasto de eventos, de matérias ou de doutrinas, mas percorrendo de novo os vários graus de consciência de si que o espírito adquire no seu desenvolvimento histórico.

Princípios fundamentais do sistema hegeliano: a intenção de Hegel é um sistema rigoroso científico, isto é, um sistema que aproveite todos os dados inegavelmente adquiridos pelas ciências. Em primeiro ligar são apontados dois princípios lógicos: o de identidade e do real e o de contradição. O princípio de identidade do ideal e do real afirma que “tudo que é racional é real e tudo que é real é racional”, sendo assim, pensamento e coisa não podem ser entendidos como esferas opostas. O princípio de contradição diz que não existe nada seja idêntico a si mesmo, mas que tudo está sujeito à dialética da afirmação e da negação. No princípio da mediação, Hegel diz que o absoluto nunca se manifeste imediatamente, forma parcial e progressiva. No principio da relação Hegel diz que “tudo na história tem significado somente pela sua relação com algum fato geral e pela sua ligação com ele”.

O método: a Dialética - segundo Hegel, o único método para estudo de uma realidade em perpétuo de é o da dialética. Os diálogos de Platão constituem o exemplo deste método: um personagem afirma uma teoria, o outro a nega e, através do diálogo desenvolve-se uma opinião a respeito da qual os interlocutores terminam concordando. A dialética possui três momentos: tese – afirma uma parte da realidade, negando implicitamente uma outra, porque toda afirmação inclui uma negação, antítese – afirma uma pela tese e pela antítese, anulando, assim, as imperfeições dos momentos anteriores, conversando somente a positividade deles.

SCHOPENHAUER

Arthur Schopenhauer nasceu aos 22 de fevereiro de 1788, em Dantzig, seu pai era banqueiro e a mãe escritora. Laureou-se filosofia na Universidade de Iena em 1813, em 1819 publicou sua obra mais importante: O mundo como vontade e representação, morreu em 1860.

Schopenhauer foi um dos primeiros críticos do idealismo, em particular de Hegel, ele dá forma sistemática à sua visão pessimista da realidade em sua principal obra. Hegel afirma que a realidade suprema não é a idéia, a razão, o pensamento, mas uma vontade cega.

Segundo Schopenhauer para conseguir os seus fins a vontade se serve, nos seres inferiores, do instinto; no homem, a razão do homem está a serviço da irracionalidade da vontade universal, e, por isso, a racionalidade que o homem apreende nas coisas é totalmente ilusória. A própria razão é um engano da vontade universal; ela nos faz crê que temos valor pessoal, que somos livres, que procuramos a nossa felicidade, mas, na verdade, ela, a vontade universal, serve-se de tudo isto para conseguir seus fins relativos à conservação e ao progresso da espécie humana.

Segundo ele tudo o que parece bom, belo, agradável e amável ao homem é ilusão e engano: confirma-o fato de jamais alcançarmos a felicidade. A doutrina pessimista schopehaueriana se apresenta motivada como reação ao idealismo hegeliano, em nome dos aspectos irracionais e fatalistas da realidade.

Mas também a formula oposta, derivada da primeira, “todo real é irracional”, é construtiva e unilateral. Nas coisas encontram-se racionais e irracionais: notam-se nelas tanto o bem como o mal; na realidade a riqueza é tal que formulas simplistas, como as do otimismo e do pessimismo, não conseguem esgota-las. O otimismo de Hegel e o pessimismo de Schopenhauer são pontos de vista extremos, que manifestam cada um, apenas um aspecto da realidade.

KIERKEGAARD

Sétimo filho de um casamento que já durava muitos anos, Kerkegaard nasceu em 1813 quando seu pai, rico comerciante de Copenhague, tinha 56 anos e sua mãe 44, chamava a si mesmo de filho da velhice e teria seguido a carreira de pastor caso não houvesse se revelado um estudante indisciplinado e boêmio. Trocou a Universidade e Copenhague, onde entrara em 1830 para estudar filosofia e teologia, pelos cafés da cidade, os teatros, a vida social.

Em 1837, com a morte do pai e o relacionamento com a noiva Regina Oslen, que a sua vida mudou, o noivado em particular exercia uma influencia decisiva em sua obra, a partir daí seus textos tornaram-se mais profundos e seu pensamento mais religioso. Em 1840 ele conclui o curso de teologia, e um ano depois apresenta “Sobre o conceito de Ironia” sua tese de doutorado.

Publicou textos importantes em 1843, como A Alternativa, Temor e Tremor e a Repetição e em 1844 saem Migalhas Filosóficas e o Conceito de Angustia e um ano depois é editado As Etapas no caminho da vida e em 1846 o post-scrinptum as Migalhas Filosóficas. A maior parte desses textos constitui uma tentativa de explicar a Regina e a ele mesmo, os paradoxos da existência religiosa.

Em 1849, publicou Doença Mortal e em 1850, Escola do Cristianismo, em que analisa a deterioração do sentimento religioso.

A posição de Kierkegaard leva algumas pessoas a levantar dúvidas a respeito do caráter filosófico de seu pensamento. Para eles, trata-se muito mais de um pensador religioso do que um filósofo.

NIETZSCHE

Friedrich Nietzsche nasceu em Rocken, na Alemanha, no dia 15 de outubro de 1944. Estudou filosofia nas Universidades de Bonn e Lípsia. Lecionou por algum tempo em Brasiléia, mas por motivos de saúde renunciou a cátedra em 1879.

A base do pensamento filosófica de Nietzsche é o conceito da realidade como explosão de forças desordenadas, sem nenhuma lei, sem nenhum controle. Segundo Nietzsche, ao contrario do que pensavam Hegel e Shopenhauer, o homem não deve procurar o aniquilamento pessoal, mas a máxima afirmação de si mesmo contra qualquer obstáculo, repressão ou coação, e a plena realização de todos os valores dos quais a natureza humana é capaz. Sendo assim, para Nietzsche o homem não pode desenvolver integralmente estes valores enquanto acreditar na existência de Deus e se curvar a vontade divina, o seu pensamento se desenvolve numa violência e implacável reação contra a religião em geral e contra o cristianismo em particular. “Deus está morto” é o evangelho de Zaratustra, o rei de Netzsche.

Em 1882 publicou “A alegre ciência”, da qual esperava grande sucesso, mas a obra passou quase despercebida. Essa desilusão somada a outra, mais grave ainda, causada por uma aluna, com a qual ele queria casar-se, mas que não correspondeu ao seu amor, agravaram rapidamente a sua enfermidade mental. Mas antes de ficar totalmente louco, Nietzsche já havia terminado as suas obras mais importantes: Além do bem e do mal (1885), A genealogia da moral (1887), Assim falou Zaratustra (1891). A fama de Nietzsche começou a se difundir justamente quando encerrando em sua loucura, não podia mais tomar conhecimentos dos fatos. Morreu em 25 de agosto de 1900.

A doutrina de Nietzsche, no que se refere ao homem forte, teve sua face de predominância entre as duas guerras mundiais, especialmente pela atuação de Hitler e Mussolini. O principal ídolo polêmico combatido por Nietzsche é o de uma moral onde dizia que nenhum homem pode delegar a outro o direito de decidir sobre sua conduta.

Iluminismo ou Ilustração

É chamado de iluminismo o movimento cultural e filosófico que se desenvolveu na Inglaterra, França e Holanda nos séculos XVII e XVIII, neste período houve em desenvolvimento intelectual que tivera influência da renascença.

Este período também conhecido como o século das luzes tinha a base no Racionalismo:

“Não aceite nada como verdade se a sua própria razão não disser que é verdade.”

O Deismo: acreditavam na existência de Deus, mas não referisse a nenhuma forma dogmática ou vinculo religioso, parar eles Deus estava presente na natureza.

Os iluministas diziam que o povo poderia torna o mundo melhor, defendiam o direito de o povo escolher seus próprios governantes.

A critica ao antigo regime: o clero, a monarquia absolutista dos reis, ao mercantilismo.

Defendiam os direitos naturais, a propriedade privada, a liberdade de expressão e a igualdade civil. O movimento contribuiu para desencadear diversas revoluções como a francesa, americana e movimentos liberais na América Latina.

Alguns dos principais pensadores desse período foram:

John Locke: (1632-1704)

Filosofo e ideólogo do liberalismo inglês, nascido Wrington. Também principal representante do empirismo britânico e um dos teóricos do contrato social. Estudou medicina, ciências naturais e filosofia. A política para Locke fundamentava na noção de governo consentido dos governados diante da autoridade constituída e o respeito ao direito natural do ser humano, de vida, propriedade e liberdade. Em “ensaios acerca do entendimento humano”, ele propõe que a experiência é a fonte do conhecimento, que depois se desenvolve por esforço da razão. Outras obras notáveis são: “Pensamento sobre educação”. Dois tratados sobre o governo e Contos sobre a tolerância.

As fontes principais do pensamento do filosofo eram: O nominalismo escolástico, cujo centro era Oxford; o empirismo inglês da época; o racionalismo defendido por René Descartes e a filosofia de Malebranche. John Locke e influenciou as revoluções liberais, R. Francesa, R. Americana.

Charles Louis de Secondat-Barão de Montesquieu (1689-1755)

Aristocrata francês, nascido em Bordeaux, considerado o fundador da Sociologia Moderna.

Publicou em 1748, “O espírito das leis” seu livro mais famoso, onde propõe a discussão das leis das nações. Menciona a República como forma de governo, onde o poder é dividido por todos ou por uma parte da sociedade, de maneira que elegemos nossos governantes através do voto.

Para Montesquieu, é a razão que rege os povos na elaboração das leis e normas de um país. O principio ético da republica é a virtude, apenas ela poderia eliminar a corrupção. Para ele, a vida política se inspira na ciência, na análise empírica, e deve ser baseada em três poderes o Poder Legislativo, o Poder Executivo e o Poder Judiciário.

Questões como os da igualdade, foram as mais debatidas por ele.

François Marie Arouet, cognominado Voltaire (1694-1778).

Foi um importante ensaísta, escritor e filosofo iluminista francês, era um grande admirador de Isaac Newton, e é em Locke que ele mais se inspira. Argumenta em favor da existência de Deus. “Acredita-me quanto mais penso, menos posso admitir que este relógio exista sem que aleguem o tenha fabricado.” Só Deus cabe saber a razão do mal. Quanto à imortalidade da alma, Voltaire afirma não haver argumentos que a provém, mas é necessário acreditar pare se sentir feliz.

Durante sua vida escrever diversos ensaios, romances, poemas e até peças de teatro. No ano de 1734, publicou uma de suas maiores obras, Cartas Filosóficas, em que defende a liberdade de ideologia, a tolerância religiosa, o combate ao fanatismo dogmático, a moral e os costumes da sociedade.

Ele também criticava severamente a política, defendendo a liberdade civil.

“È difícil libertar os tolos das amarras que eles veneram.” (Voltaire).

Jean Jacques Rousseau:

Nasceu em Genebra-suiça no ano 1712era filho de relojoeiro, perdera sua mãe logo ao nascer. Ele foi um dos primeiros filósofos a separar a mente da criança e a do adulto, suas principais obras foram: O Emilio, A nova Eloísa e o contrato social.

O Emilio: Neste livro ele foca os interesses pedagógicos do aluno relatando para a sociedade de que a criança não é um adulto em miniatura, tendo como exemplo sua infância sofrida. Segundo ele o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe.

Para Rousseau o homem deveria ser educado para si e não para ser soldado ou sacerdote, ele deveria antes de tudo ser formado homem. No Emílio descreve uma educação naturalista distante do meio social, longe de regras pré estabelecidas, no livro ele diz que o coração humano deveria viver longe dos vícios e do espírito do erro.

Contrato social: defende e democracia, onde o povo tem direito de escolher seus próprios governantes. No contrato o ser humano não é mais simples homem passa a ser cidadão, passando a viver não mais pelo instinto, mas pela lei, que é favorável para que todos vivam em sociedade visando o bem coletivo.

Emanuel Kante (1724-1804)

Nasceu viveu e morreu, em Konisberg uma cidade na Prússia Oriental. Considerado como o ultimo grande filosofo dos princípios da era moderna. Um dos pensadores mais influentes. Professor da Universidade de Konisberg, em 1781, publicou sua primeira obra, “ A critica da razão pura”. Nesse livro Kante tenta responder três questões fundamentais da filosofia e da teoria do conhecimento; Que podemos fazer? Que devemos faze? Que é licito esperar?

Kante misturava o sentimento com a razão segundo ele somos uma parte infinita muito pequena para entender o todo.

Ao longo de suas obras, Kante elabora diversas interpretações da razão, tendo como ponto de partida: A ação moral, o trabalho cientifico, a sociedade segundo determinada ordem e o projeto sociohistorico em que cada sociedade se encontra.

Seu pensamento aparece como uma tentativa original e constante em superar e sintetizar duas correntes filosóficas fundamentais da modernidade o racionalismo e o empirismo.

“ A missão suprema do homem é saber o que precisa para ser homem” Emanuel Kante.

Pascal, Bacon, Descartes e Galileu



Filosofia moderna

Principais filósofos;

Blaise Pascal: Cientista e filósofo foram uma das mentes mais agudas do pensamento ocidental, defensor da razão e da racionalidade do dom da fé. Nasceu em Clermont, na França em 19 de junho de 1623. A sua educação foi obra de seu pai, como revela sua irmã Girbert: “meu irmão nunca foi ao colégio e nunca teve outro mestre alem de meu pai”. Aos 16 anos, Pascal escreve um tratado sobre os cônicos, uma obra de grande fôlego, tanto que se dizia, que depois de Arquimedes, não se havia nada de tão poderoso. Aos 18 anos, inventou ”aquela maquina aritmética que se faz todas as espécies de operações com infalível segurança”. Com 23 anos, inventou e realizou a experiência de vácuo que demonstra claramente que todos os fenômenos até então atribuído ao vácuo, na verdade são causados pelo peso do ar.

Na noite de 23 de novembro de 1654, foi atingido por profunda e fulgurante iluminação religiosa, escrevendo o “Memorial”, que durante o resto de sua vida manteve costurado em sua roupa, o qual só foi retirado após três dias de sua morte.

Pascal morreu em 19 de agosto de 1662 de um tumor abdominal, antes de morrer, ele queria se confessar e comungar. Quando o padre o abençoou, ele exclamou: ’ que o senhor nunca me abandone!”teve um novo ataque, no qual não se refez, faleceu aos 39 anos.

Francis Bacon: Foi o profeta da revolução tecnológica moderna. Nasceu em Londres no dia 22 de janeiro de 1571. Entrou na universidade de Cambridge quando tinha 12 anos. Em 1602 Bacon havia escrito o Temporis partos másculos. Essa obra é um escrito muito polêmico contra os filósofos, tanto os antigos (Platão, Aristóteles, Galeno, Cícero) como medievais (Tomas e Escoto) e renascentistas (Carden e Paracelso). Na opinião de Bacon todos estes filósofos são moralmente culpados de não terem dado a devida atenção à natureza e o necessário respeito para com esta obra do criador, que deve se vivida com humildade e interpretada com a devida cautela e paciência. Para ele a filosofia de passado é estéril e verbosa. Francis deu uma contribuição notável podendo ser considerado com mérito aquele que escrevia como Lord Chanceler, merecia lugar de destaque, além da historia da filosofia, também no desenvolvimento do seu saber cientifico. Procedendo nesse modo na busca da verdade, Bacon criava um caminho diferente dos empiristas : “ até agora aqueles que trataram de ciência eram empíricos ou dogmáticos. Os empíricos, como as aranhas, extraem si mesmo a sua teia. O caminho intermediário é o das abelhas, que extraem sua matéria prima das flores, transformando e dirigindo em virtude de uma capacidade que lhes é própria. Assim nossas esperanças se depositam na união sempre mais estreita e sólida, entre essas duas faculdades, sendo experimental e racional, essa união que até então não se realizou”. Embora tenhamos hoje todos os motivos para pensar que é ingênua e equivocada, “a idéia de que, querendo, nós podemos purificar nossas mentes dos preconceitos”. Esse dogma baconiano exerceu influencia sobre a prática e teoria da ciência, as quais exercem influencia até os dias de hoje.

Francis Bacon faleceu em 1626 aos 65 anos deixando três invenções muito importantes: a arte da impressão, a pólvora e a bussola.

Rene Descartes: Fundador da filosofia moderna é considerado o pai da matemática, introduzindo a “duvida” como elemento primordial para investigação filosófica e cientifica. Nascido em La Haye, na França em 31 de março de 1596, pertenceu a uma família nobre, foi aos oito anos enviado a um colégio jesuíta em La Fleche, onde recebeu uma sólida formação filosófica e cientifica, foi considerado o primeiro filosofo moderno, criando de maneira confusa um subjetivismo idealista e racional, rejeitando todas as certezas dogmáticas e prontas, partindo da duvida como forma de compreender o mundo. A primeira certeza de Descartes é o “cogito ergo sun traduzindo penso logo existo”. Atraves dessa reflexão surge toda sua filosofia. Descarte não foge tanto dos temas: Deus, alma, mundo, realidade e pensamento. Dividindo a realidade em três categorias: res cogitas , res extensa e res infinita. A maior parte da obra de Descartes é consagrada a ciência(domínio da matemática e da ótica). Sua filosofia exposta, principalmente em “o discurso do método” o mais amplamente lido de todos os seus trabalhos, é a proposta de meio para tal, considerado um dos pensadores mais influente da historia do pensamento ocidental, inspirou contemporâneos e varias gerações de filósofos posteriores. Boa parte da filosofia escrita a partir de então foi uma reação as suas obras. Faleceram em 11 de fevereiro de 1650 devido a uma pneumonia, as suas cinzas encontram se em Paris na igreja de Saint- Germains- de-Pres.

Estas são algumas obras foram: o discurso do método (1637); principio da filosofia (1644); geometria analítica e o tratado do homem que foi publicado após sua morte (1662).

Galileu Galilei: As peripécias da vida de Galileu têm um interesse tão grande que se pode dizer que pertencem mais á História da Humanidade do que á Historia da filosofia. Por isso remetemos apenas que ele nasceu em Pisa , em 1564, e morreu em Arcetrim, em 1642. Criador da nova física e, de modo geral, do método experimental em suas aplicações práticas, Galileu não foi um filósofo no sentido mais complexo e completo do termo, mas teve um grandíssimo mérito de ter afirmado a autonomia da ciência.

Galileu sustentava a idéia corpénica de que “o centro do universo está em torno do sol”, no entanto, para ele esta não seria as descrições verdadeiras da realidade, porém seria útil para efetuar previsões e dar explicações das posições dos corpos celestes, foi por causa dessa idéia que ele foi acusado de heresia pela igreja católica (que acreditava que a terra era fixa e o sol girava em torno dela) e intimado a estar diante da inquisição duas vezes sendo a ultima condenado a cárcere privado e obrigado a negar tudo no tribunal. A mesma igreja que o condenou em 1983, 341 anos após sua morte, revendo o processo, decidiu pela sua absolvição. Suas principais obras foram: a luneta; a balança hidrostática; o compasso geométrico e militar e o relógio de pendulo. Descobriu também que a massa não influi na velocidade da queda, escreveu também o diálogo sobre os dois máximos sistemas, os discursos e demonstrações sobre duas novas ciências, entre outros.

Santo Agostinho


SANTO AGOSTINHO (354-430)

A Idade Média (século V à XVI) é conhecida como período de trevas. Mentalidade conservadora. Amava o que era tradicional e seguia o modelo da igreja.

A filosofia é fundamentalmente tingida de teologia. Nessa época Agostinho, conhecido como o último dos antigos e o primeiro dos membros filósofos a refletir sobre o sentido da história e o arquiteto do projeto intelectual da Igreja. Foi o maior de todos os padres da igreja e também o maior filósofo dos quinze séculos que separaram Aristóteles de Tomás de Aquino.

Agostinho que nasceu no norte da África, numa cidade chamada Tangaste em 354 nem sempre foi cristão. Filho de pai pagão, Patrício e de mãe cristã Mônica. A primeira educação de Agostinho foi estritamente humanística, feita de gramática e retórica. A sua atividade caracterizou-se por uma luta constante para preservar a pureza da doutrina católica.

Quando em Milão, foi influenciado por Platão e o neoplatonismo, também estava entre os adeptos do ceticismo. Faleceu em 28 de agosto de 430.

Filosofia de Agostinho:

Contra o ceticismo, que ainda dominava em muitos ambientes, Agostinho demonstrava que o homem conhece com certeza algumas verdades, por exemplo, o principio de não-contradição e a própria existência. Ninguém pode duvidar da própria existência, porque neste caso, a dúvida é uma prova de existência (Dizia ele: “Se me engano, existo”).

Na especulação sobre Deus para estudar tanto a sua natureza como a sua existência, Agostinho parte do homem, ele achava que se pode chegar a Deus mediante os indícios cosmológicos, por exemplo, através da ordem do Universo e da contingência das coisas. Ele encontrava indícios muito sugestivos da realidade divina mais no homem do que no mundo.

Na mente humana estão presentes verdades eternas, absolutas necessárias. A verdade é mais nobre e excelente do que a nossa mente, e se fosse mostrado alguma coisa acima de nossa mente reconheceria que Deus existe, mas se não existe nada mais excelente do que ela, então a própria verdade é Deus.

Deus esclarece Agostinho, criou tudo no mundo desde o começo e deu todas as virtualidades que viram desenvolvendo-se e atuando na história do universo, essas virtualidades impressas por Deus, são chamadas por Agostinho de razão seminais, mais se é assim, se o Criador já fez tudo, haverá alguma coisa reservada à atividade das criaturas? Para Agostinho o desenvolvimento das razões seminais se deve à atividade das criaturas, ele as se desenvolvem e dão origem aos novos corpos quando são despertadas e excitadas pela ação das criaturas.

Se Deus é a causa de tudo o que acontece, como se explica o mal? Agostinho chega a uma noção do mal que põe em condições de afirmar que Deus não é sua causa ele aceita teorias de que o mal é privação, é ausência, falta do bem. A causa do mal não é Deus, sendo o mal a privação de uma perfeição devida, porque Deus fazendo as coisas já lhes dá tudo a que lhes é necessário. Resta então que a causa do mal seja a criatura.

A sua argumentação para provar a espiritualidade da alma é a seguinte: ou alma pode exercer sua atividade (querer, pensar, duvidar, etc.) sem corpo e então é espiritual, ou é incapaz de exercer sua atividade sem o corpo, e então é material. Ora: pelo menos em um caso a alma pode desenvolver sua atividade sem o corpo: quando conhece a si mesma. Logo a alma é espiritual.

A alma, diz Agostinho, acha-se em contínua relação com a verdade. É inegável, com efeito, que a verdade está presente na alma, que tal presença determina uma união sobre mente que a contempla e a verdade que é contemplada e que esta união não pode cessar, porque nada pode separar a alma da verdade.

A construção de Agostinho é importante e segura e em muitos aspectos supera a de Platão e a dos neoplatônicos. Excelente é a sua defesa do valor do conhecimento; profunda a sua indagação sobre o espírito humano, sobre o tempo e a história, perenemente válida a sua solução do problema do mal.

Principais obrras:

- Contra Acadêmicos - De beat vita - De ordina

- Sobre a imortalidade da alma - Os solilóquios - De magistro

- Do livre arbítrio - Sobre a quantidade da alma - Da mentira

- Da trindade - Sobre o mestre - Sobre a música

- A cidade de Deus - Da verdadeira religião - As confissões

Alguns pensamentos:

“O mundo é um livro, e quem fica sentado em casa lê somente uma página.”

“Na essência somos iguais, nas diferenças nos respeitamos.”

“Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser.”

“Dois homens olharam através das grades da prisão, um viu a alma e outro as estrelas.”

“A verdadeira medida do amor é não ter medida.

São Tomás de Aquino

Tomás de Linhares dos Condes de Aquino nasceu em Roccaseca no ano de 1225 e recebeu a primeira educação nos beneditinos de Motecassinos. Entro para a Universidade de Nápoles e pouco tempo depois para ordem dos Dominicamos. Quando ainda jovem foi influenciado pela filosofia de Aristóteles.

Passou seus últimos anos no convento de Nápoles, adoeceu e pediu para ser levado para o claustro Cisterciense, onde faleceu no ano de 1274.

Tomás utilizando a fonte religiosa por meio da razão foi considerado um pensador de grande influencia da escolástica, enfrentou a questão da relação entre fé e razão, natureza e sobrenatureza, diante mão, quis demonstrar que fé e razão derivam de Deus, portanto não deveriam se opor, pois eram diferentes, mas interligavam-se. A partir desse pensamento, colocou a filosofia a serviço da teologia.

Tomás retorna a concepção metafísica do ser, introduzindo a doutrina religiosa e católica. Introduziu também o conceito de essência e existência, ou seja, é a essência que define o ser ou a existência é o ato do ser.

Deus é o ato do eterno, por isso todos os seres no processo de passagem da essência para a existência de Deus, utilizando-se dos princípios lógicos (formas Aristóteles) ele formula os princípios fundamentais para a teoria do ser.

Princípios fundamentais:

- O ser é tudo que é.

- O mesmo ser não pode ao mesmo tempo ser e não ser.

- Num mesmo lugar e tempo um ser, ou é ou não é, não há uma terceira possibilidade.

- Todo ser existe em si, o mesmo tem sua causa no outro ser.

Cinco Vias:

1. Motor Imóvel.

2. Causa primeira não causada.

3. Contingência.

4. Ser perfeitissimo.

5. Inteligência ordenadora do universo.

Entre infinitos seres criados por Deus, foi o homem que Tomás mais estudou. Esta preferência pelo homem não é somente a motivos teológicos, mas também por motivos filosóficos, de fato, é através do homem, mais do que outra criatura que o ser se torna manifesto a nós. O ser humano é composto de corpo e alma, sendo que está unida ao corpo de modo indissolúvel, de tal forma que a sua separação desfaz o indivíduo. Retoma a Aristóteles para a compreensão de que alma é a forma do corpo, todavia como pura forma é espiritual e sua função é intelectiva, supra orgânica como substancia, a alma é separada do corpo, assim sendo ela é imortal. Uma vez que a alma é a forma criada por Deus, dividida e separada do corpo que é mortal. Segundo o pensamento de Tomás é que o fim da ação humana é a sua perfeição na medida em que todo ser tende a sua perfeição. Essa última se realiza em Deus que é plenitude, o ser aspira a esse fim último, por isso está sempre insatisfeito e em busca da perfeição, ou seja, o fim da ação moral humana transcreve sempre o ser humano em sua experiência de vida.

Em sua teologia, Tomás procura explicações mais racionais e naturais quanto á existência de Deus, mostrando que Deus “É aquilo que supera todos os nossos pensamentos” e que sua Existência só pode ser provada a posteriore, ou seja, pelos seus atos. Tomás reduz todas as provas já existentes em cinco vias que mostram a majestade divina e conceitos mais racionais e favoráveis quanto à existência de Deus.

Quanto à política, sustentou a idéia de Aristóteles de que o estado nasce da natureza humana. Acreditava que o estado seria uma sociedade perfeita por ter um fim próprio e meio para se realizarem. Tomás acreditava também que a igreja podia ser vista como uma sociedade, porém uma sociedade ainda mais perfeita., por mostrar ao homem, a atividade que ele mais precisava, devendo então, o estado subordinar-se à igreja, assim a filosofia à teologia.

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ARISTÓTELES

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